Resenha de Fortaleza e Show do Acre!
by Raissa Bayley Cooke on abr.04, 2010, under Equipe BBB Informa
Dentro de instantes acontecerá o quarto show da banda nesta tour sul americana em Rio Branco no Acre.
O Messiah e sua banda desembarcaram no aeroporto de Rio Branco e ficaram muito felizes com a recepçã dos fãs que lá os aguardavam. Por volta das 20h eles seguiram para o sound check e em breve começa a porradaria!
Parabéns aos organizadores da Dream Cry e Open Road que tornaram este o primeiro show internacional em terras acreanas!!!
Segue a resenha do show de Fortaleza gentilmente cedida pelo fã Rubens Sampaio:
Fortaleza mais uma vez teve o imenso prazer de receber um dos maiores vocalistas do mundo e sua banda sensacional. Blaze Bayley fez ser sagrada a noite da Sexta-feira Santa, dia 02 de abril de 2010.
Às 23h, no Clube Santa Cruz, teve início aquilo que podemos chamar de “um puta show”. É ousado dizer, mas posso afirmar que foi o melhor show do ano.
Palco, som, luz… tudo espetacular, do jeito que um show do Messiah merece.
Tudo pronto, bangers com suas cervejas em mãos e começa a destruição. O show teve início com Madness and Sorrow, quase derrubando o velho Clube Santa Cruz. Blaze está em ótima fase, sua voz ao vivo é idêntica a ela em estúdio, senão, até melhor. Em seguida tivemos Voices from the Past, empolgando ainda mais os presentes. Sem deixar a galera pensar ou respirar, inicia-se aquele som de marcha de guerra e tem início a City of Bones. Como as anteriores, essa também empolgou todos que ali estavam. Blaze é um frontman de primeira linha. Comanda o público como um general comanda as suas tropas. Blackmailer vem na sequência e nos faz lembrar o espetáculo do ano anterior, na tour do TMWWND. Então vem a incrível Faceless, a magnífica Smile Back at Death e depois voltamos no tempo com Blood and Belief e The Launch.
Para alegria dos bangers, começa um clássico da época de Blaze no Iron Maiden, Futureal, dos disco Virtual XI, a música com melodia rápida é uma das mais lembradas do disco. Ainda no clima da Donzela, vem Lord of the Flies, do décimo álbum da banda, o The X Factor.
Voltando ao novo disco, Promise and Terror, temos a incrível Letting Go of the World. Em seguida vem a fantástica Waiting for my life to begin, do disco anterior, foi incrível ver e ouvir toda a galera cantando, principalmente o refrão. Pra não deixar outros clássicos de fora, vem na sequência The Brave e Leap of Faith, duas grandes músicas que dispensam comentários.
Após, Blazão começa um dos, senão, o maior clássico de sua fase no Maiden… The Clansman. Quem ainda não havia acordado pro show, despertou ali, naquele exato momento. Era visível a emoção que essa música causou. Acredito que é por essa música que Blaze é o eterno ex-vocalista do Iron Maiden, quem diz que não gosta de sua fase na banda, deveria rever seus conceitos, ou melhor, os seus preconceitos. Mais uma de sua fase na Donzela, foi a vez de Man on the Edge levantar ainda mais o público.
Pra detonar de vez pescoço e garganta da galera, Blazão vem com uma de suas melhores músicas – na minha opinião – The Man Who Would Not Die. O Messiah veio para mudar a estória e mostrar que na sexta-feira da paixão, ao invés de punido, ele seria aclamado. É sensacional o modo como ele interpreta as letras com gestos, faz com isso um espetáculo a parte. Para dar continuidade a aquele momento de extrema excitação dos sentidos e entusiasmo emocional, Kill and Destroy, que acabou alterando os ânimos de alguns presentes que parecem ter entendido literalmente o título da música.
Pra dar o golpe de misericórdia e finalizar aquela noite, que está com absoluta certeza, marcada na mente e no coração de todos os presentes, tem início Robot. Faixa do sensacional disco TMWWND. Nesse momento, o Cláudio, batera substituto, mostrou que não estava pra brincadeira, executou a faixa com perfeição, não só ela, mas todas as músicas do set list, foi uma surpresa e tanto.
Após o show, Blaze sentou no palco e atendeu a TODOS os fãs. Tirou fotos, deu autógrafos, conversou e brincou. É por todo esse esforço e humildade que acredito que ele chegou ao nível que está. Estar ali em cima do palco e executar todas as músicas com perfeição é apenas parte do trabalho. O bom artista, que quer ser reconhecido por sua “aura” tem que se fazer único, e esse cidadão, Blaze Bayley, junto com sua competente e não menos humilde banda tem simpatia pra dar e vender.
Esse show foi, mais uma vez, uma aula de simpatia, simplicidade e de como se faz heavy metal de verdade.
abril 5th, 2010 on 15:03
Ótima resenha! Retratou exatamente e com detalhes como ocorreu o show de Fortaleza.
O Blaze deveria fazer um curso superior em como se fazer um show de Heavy Metal.
abril 9th, 2010 on 12:33
Excelente show! Quem não foi, pode ter certeza que foi da forma que foi descrito acima. Parabéns a resenha!