Equipe BBB Informa

Novo Ganhador do Kit!

by Raissa Bayley Cooke on fev.01, 2011, under Equipe BBB Informa

Como o ganhador do terceiro lugar não entrou em contato conosco (nem via mail, orkut, twitter ou site), o sorteio foi realizado novamente e segundo o random.org o novo ganhador é….

Parabéns!!!

Você tem 48 horas pra entrar em contato comigo via e-mail, orkut, twitter, facebook, sinal de fumaça, qq coisa!

Mas não deixe de mandar endereço completo + telefone de contato para raissa.kahn@yahoo.com.br

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Resultado da Promoção – Blaze Bayley no Brasil 2011

by Raissa Bayley Cooke on jan.27, 2011, under Equipe BBB Informa

Boa Noite Pessoal!!!!

A lista com os nomes e os 42 números já foi postada na comunidade oficial do Blaze Bayley no orkut.

E o sorteio…acabou de ser feito. Eu sorteei primeiro o terceiro lugar, depois o segundo lugar e por último o primeiro lugar. Quer saber quem ganhou? Confiram os números abaixo:

Ganhador do Terceiro Prêmio

1 Camisa Promise and Terror
1 munhequeira

Ganhador do Segundo Prêmio

1 Camisa Promise and Terror
1 munhequeira
1 isqueiro

E o grande sortudo que vai levar o kit completo…

1 Camisa Promise and Terror
1 Boné BB
1 munhequeira
1 isqueiro
+ 1 pacotinho de pão de mel personalizado que nem eu dei pra banda :)

Parabéns aos sortudos!!!

Vocês tem 48 horas pra me enviarem os dados para envio do kit + telefone de contato para o e-mail raissa.kahn@yahoo.com.br. Caso contrário o sorteio será refeito.

Aos que não ganharam, não fiquem tristes! A ajuda de vocês foi fundamental para o sucesso desta tour e ano que vem tem mais!!!

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Resenha do show de BH [2]

by Raissa Bayley Cooke on jan.22, 2011, under Equipe BBB Informa

Mais uma resenha do show de BH, essa agora enviada por Marcos Ramires…

RESENHA SHOW BLAZE BAYLEY EM BELO HORIZONTE (16/01/2010)

Primeiramente tenho que esclarecer… nasci e sempre vivi no Rio de Janeiro. Vou a Belo Horizonte uma vez por ano e dessa vez, marquei a viagem coincidindo com o show do Messiah na cidade, unindo o útil ao agradável.

E por que digo isso? Pra não pensarem que estou puxando o saco do povo da cidade, pois serei direto!

O Messiah teve a recepção e a participação do público que sempre mereceu! Casa lotada! Galera participando do show. Para se ter uma idéia, a galera fez mosh (também esclareço que não sou adepto das rodas de mosh) em todas as músicas do show, e o resultado… o Blaze cantando pacas e sorrindo durante todo o show.

Mas vamos ao que interessa.

Cheguei ao Hard Rock Café às 19:00hs. No finalzinho da apresentação da segunda banda de abertura. Poucos minutos depois entrou no palco a terceira e última banda de abertura, o Devildust… O som não ajudava, o que me deixou preocupado para a apresentação do Blaze. As guitarras soavam emboladas e não se ouvia o baixo. O vocalista era uma espécie de Sebastian Bach de cabelos pretos, e na verdade os rapazes da banda estavam meio irritados por causa do repúdio do público, que clamava pela entrada do Messiah.

Quando (finalmente) o show acabou, eis que entra em cena o batera Claudio Tirincanti, que montou a bateria e fez os acertos finais. Jay e Nico também subiram ao palco e ajustaram seus equipamentos e finalmente tudo estava pronto para o massacre.

Luzes apagadas e após uma introdução sombria começou o show… BLACKMAILER foi a primeira e levou o povo mineiro ao delírio… o som estava ótimo. Se ouvia bem todos os instrumentos e a voz de Blaze Bayley estava absurdamente perfeita. A galera cantava junto e arrancava sorrisos do Messiah!

Emendaram com SMILE BACK AT DEATH, executada com maestria pelo Mestre Messiah e também cantada em uníssono pela platéia.

Em seguida veio a pesada FACELESS e nessa hora percebe-se o quanto o interino batera (segundo fontes fidedignas, quase efetivado) Claudio Tirincanti faz a diferença. Rápido, versátil e com a incrível capacidade de impor peso às músicas.

Em seguida o Messiah se comunica com o público afirmando que é a primeira vez que a banda toca em Belo Horizonte e agradece o calor do público dizendo que nunca esquecerão o povo da cidade, chegando a pegar o seu celular, que estava em cima de uma das caixas de som e começando a filmar a platéia ensandecida, afirmando também que este é, até então, o melhor show da segunda parte da Promise And Terror Tour.

Daí veio CITY OF BONES e sua clássica introdução em toques de caixa… a excelente música começou a rolar e mais uma vez a roda de mosh se abriu… só que dois babacas começaram a querer brigar, sendo separados por outros da mesma roda, pois nenhum segurança apareceu. A música continuou sob os olhares de Blaze meio apreensivo e as duas “mocinhas” finalmente desistiram de arrancar as penas e o show prosseguiu normalmente.

Logo depois veio VOICES FROM THE PAST. Outra música executada com maestria pela banda e mais uma vez, na parte rápida a galera se esbaldou na roda de mosh. Blaze cantou magistralmente e terminou a canção sorrindo, impressionado com a receptividade do público.

Em outra pausa, Blaze diz que a partir de então, passariam a executar as quatro músicas finais do álbum Promise And Terror e iniciaram SURROUNDED BY SADNESS.

THE TRACE OF THINGS THAT HAVE NO WORDS veio em seguida e foi berrada pelo Messiah, que se mostra um vocalista completo, exorcizando os fantasmas de sua fase Iron Maiden (quem perdeu foi Steve Harris).

Em LETTING GO OF THE WORLD, Blaze dá um show de interpretação passando um feeling indescritível numa apresentação quase teatral.

COMFORTABLE IN THE DARKNESS vem em seguida e mostra que mesmo as músicas lentas do álbum podem funcionar muito bem ao vivo.

Em uma outra pausa Blaze diz: “Acreditem em vocês! Nós somos o futuro! Vocês são o futuro! FUTUREAAAAAAAL!!! O público vai a loucura… a música é executada com mais peso do que outrora… outra roda de mosh… e Blaze cantando sorrindo e satisfeito. Nessa faixa um maluco sobe no palco e rapidamente é atirado lá de cima pelo próprio Blaze Byley.

Emendaram com a rápida e pesada THE LAUNCH… o mosh continua (eita povinho pra ter fôlego essa mineirada, hein). A cada solicitação do Messiah o público berrava… A essa altura Blaze tinha a platéia na mão.

Depois veio BLOOD AND BELIEF… muito bem executada, outra vez destaca-se aí a performance do baterista Cláudio Tirincanti. Nessa faixa, outra curiosidade. Blaze chama um membro da equipe de apoio e reclama de um rapaz que está com um cigarro aceso exalando fumaça em direção ao palco. Após a intervenção do roadie o rapaz se pôs no seu lugar e apagou o cigarro.

Para anunciar a próxima música Blaze Bayley diz que é livre…  “nós somos livres… não precisamos da EMI… não precisamos da BMG… não precisamos da Warner… não precisamos de empresários. Nós precisamos de vocês!” Agradeceu aos fãs que compraram os ingressos, que compram o CD e diz que sem eles não seria nada… e começam THE CLANSMAN. Outra maestria… O baixista Dave Bermudez fez o público esquecer quem é Steve Harris. Resultado: platéia enlouquecida!

Emendaram rapidamente com THE BRAVE. Outra faixa rápida, pesada e carismática. Fortune favous the brave Blaze Bayley!!!

Aí então veio a principal modificação em relação ao Setlist do Rio e Macaé. Executaram a primeira música do álbum Promise and Terror. WATCHING THE NIGHT SKY, música difícil, que exige do vocal e que foi executada com perfeição por Mr. Blaze, mesmo após mais de uma hora de show.

Logo em seguida Blaze discursa novamente sobre auto confiança e diz: “Acreditem em vocês!” Atendendo a pedidos de muitas pessoas no Rio de Janeiro (inclusive eu) executaram a maravilhosa GOD OF SPEED. Música linda que mistura um refrão cativante com o peso das guitarras e ainda uma parte rápida e matadora. Porém, talvez por ser uma música nova, a canção parece não funcionar tão bem ao vivo quanto as demais, não empolgando tanto a platéia.

Logo depois veio THE MAN WHO WOULD NOT DIE… berrada por Blaze… seguro e confiante como em todo o show, a música foi muito bem cantada.

Emendaram com ROBOT… uma porradaria sonora… música rápida e breve que levanta o ânimo da galera.

Blaze agradece e se despede… o povo grita: olé olé olé olé olé… Blaze, Blaze!!! E o Messiah anuncia MADNESS AND SORROW! Outra faixa rápida e pesada que leva os incansáveis rockeiros mineiros ao delírio e a outra roda de mosh.

Daí Blaze diz que a próxima será a última música e declama: “Belo Horizonte. Vocês ainda estão loucos? Vocês precisam ser os MAN ON THE EDGE!!!”  Jay Walsh executa a introdução e Blaze pergunta: “É Brasília??? Não é São Paulo??? Não é Rio de Janeiro???  É Belo Horizonteeeeeeeeeeee!!!! E continuam Man On the Edge, música que o Messiah toca com um largo sorriso no rosto, finalizando a  apresentação.

Os músicos se retiram e Blaze desce do palco ficando no cantinho perto do camarim autografando e tirando fotos com todos.

O show foi matador e o Messiah cantou a plenos pulmões deixando impressionado o público local.

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Resenha do Show de BH

by Raissa Bayley Cooke on jan.18, 2011, under Equipe BBB Informa

BLAZE BAYLEY – PROMISE & TERROR TOUR PART II – BELO HORIZONTE –  BRASIL  ( 16/01/2011 ) _ Local: Hard Rock Café BH

Por Jorge Cota

“Toda vez que alguém se atreve a citar o “tradicionalismo”  do mineiro como algo constatável até mesmo em se tratando de público de heavy metal,  este alguém acaba se tornando alvo de pesadas críticas.  Afinal,  foi de Minas Gerais que saiu , nos anos 80, uma das cenas musicais mais brutais , inovadoras e inconformistas de todos os tempos na história do Metal, chegando  a influenciar  toda uma geração de bandas, inclusive no exterior.  O “headbanger” mineiro,  portanto,  jamais poderia ser classificado como  o típico mineiro conservador.  E isso foi o que se constatou no último domingo, 16/01/2011, no Hard Rock Café BH.

Estava ali um público selvagem ( no bom sentido ) , adrenalina em alta, prontos para receber  o artista  que desagrada aos conservadores, aos que têm apego exagerado ao passado, aos que não conseguem avaliar uma obra por conta própria e sem desvinculá-la de comparações desnecessárias e aos que se apropriam do cômodo caminho da crítica fácil e sem embasamento.  Quem estava no show não fazia parte destes grupos acima citados. Estava ali o tipo de público que o Messias Blaze Bayley merecia e isso fez com que sua interação  com este público fosse nada menos que perfeita !


Após 3 competentes shows das bandas de abertura, que cumpriram o seu papel aquecendo o público, apresentando seus novos lançamentos, e até levantando algumas polêmicas, eis que o vocalista Blaze Bayley sobe ao palco para conferir mais alguns detalhes, ainda com o baterista – segundo palavras do próprio, ainda não oficializado – Claudio Tirincati , ajustando sua bateria, tudo sem cortinas,  ali na frente de todos mesmo, com a mesma naturalidade e humildade próprias de quem a  poucos minutos atrás havia pacientemente atendido, autografado e tirado fotos com cerca de 250 fãs, um por um.
Ajustes feitos, sorrisos e sinais positivos a cada grito de seus nomes, os integrantes se posicionam e dão início à Blackmailer, que faz tremer a  Torre em cujo  topo fica a luxuosa instalação do Hard Rock Café. Com uma qualidade  de som ligeiramente acima da apresentada pelas bandas de abertura,  a banda leva os cerca de 600 fãs à loucura, emendando direto  Smile Back at Death ( letras na ponta da língua da galera!)  e Faceless, quando o mosh correu solto. City of Bones e Voices from the Past ( outra favorita do público) vieram em seguida.

Em meio ao tradicional coro de “olê, olê, Bleizê, Bleizê”,  Blaze destaca a honra de estar pela primeira vez na cidade e anuncia a emocionante sequência de faixas do álbum “Promise and Terror” : Sadness Surrounding Me  ( cantanda em uníssono pelo público e brilhantemente pelo mestre), The Trace of Things That Have No Words, Letting Go of the World e Comfortable in Darkness. Vale destacar que, esta sequência – que de acordo com Blaze,  trata de uma história real -  é tão rica em mudanças de clima e a qualidade das 4 composições é tão alta, que provavelmente quem ainda não teve a chance de escutar o álbum que dá nome a esta turnê, deve ter ficado  admirado com o quanto essa sequência funciona bem e é tão bem encaixada dentro do contexto do show.

O show toma ritmo acelerado com Futureal (quando um fã  sobe ao palco e na indecisão sobre o que fazer é arremessado de volta ao público por Blaze) e The launch . Torna-se épico quando se inicia um dos hinos vindos de sua  passagem pelo Iron Maiden, The Clansman. É incrível o poder dessa música ao vivo! Suas partes instrumentais entoadas pelo público, sua explosão no refrão, sua letra inspiradora, mesmo em um contexto diferente daquele para a qual ela foi criada,  e sua mensagem de liberdade inflamada pelo discurso de Blaze antes de iniciá-la. Tudo disso a torna um dos destaques do show. E arrancou lágrimas de alguns marmanjos !
O show segue com outra música cantada em uníssono pelo público,  The Brave. Em seguida, uma agradável surpresa, Watching the night Sky, última homenagem de Blaze à sua falecida manager e esposa, Debbie Hartland. Esta música ainda não havia sido tocada nesta segunda parte da turnê. A letra,  retratando  a  comunicação post mortem e interdimensional entre o casal através dos olhares simultâneos de ambos  para o céu à noite,  encheram de lágrimas os olhos de Blaze. God of  Speed, onde a voz de Blaze comete um minúsculo deslize que provavelmente passou despercebido por quase todos, é precedida por mais um breve e instigante discurso de Blaze. The Man That Would Not Die começa quebrando tudo, não deixando mais nenhuma pedra (restante) sobre pedra.  Já é outro clássico cuja letra já estava na ponta da língua de todos. Robot dá sequência à  pancadaria. É incrível como a banda está afiada e o maestro incansável. O poder de sua voz, principalmente nos tons médios estava indiscutivelmente absurdo!
A banda se despede do público, que é apontando por Blaze como sendo um dos melhores de toda a turnê. O público foi filmado e ele já disponibilizou o vídeo em sua página no Facebook. Ele prometeu não se esquecer nunca mais daquele público ali presente. Interessante como as intervenções feitas por Blaze ao longo do show, são sempre relevantes, nos momentos mais oportunos e nunca cansativas. Em um dos discursos ele ressaltou o fato de eles não precisarem mais de gravadoras, empresários, nada além do apoio dos fãs. “Vocês TEM o poder!” Ele esbraveja em agradecimento!

Retornando para o bis, tivemos Madness and Sorrow e o hit Man of the Edge, com a já tradicional divisão do público em partes para ver qual agitava mais.  Muito mais do que uma simples sensação de dever cumprido, a banda deixa o palco após os agradecimentos, deixando a impressão de que o público de Belo Horizonte havia correspondido e até superado qualquer expectativa por parte da banda, que por outro lado, deu o melhor de si para fazer um dos melhores, senão o melhor show internacional de Heavy Metal que a cidade recebeu neste século, e certamente o show em que público e platéia estiveram tão próximos e em sintonia de toda a história de shows internacionais já realizados na cidade. Não se pode esquecer de agradecer à mobilização feita pelos fãs nas Comunidades Blaze Bayley Oficial e Blaze Bayley – Minas Gerais, nem o apoio incessante de Raíssa Kahn e Tiago Marques, dos sites WWW.blazebayleybrasil.com e  http://imbnoticias.blogspot.com/ respectivamente.  Estão de parabéns também os promotores que apostaram e trouxeram a banda e fizeram uma divulgação maciça, se aproveitando das novas ferramentas oferecidas pelas redes sociais. Que venha a próxima turnê ! Obrigado, Blaze Bayley !”

Nota da Raissa: Obrigada você Jorge, por tanto empenho na divulgação do show, na comunidade de BH e pela excelente resenha :)

Nota da Raissa[2]: Deu erro pra carregar as fotos daqui, em breve fotos de BH!!!

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Tour Diary Atualizado – Indo pra Goiânia

by Raissa Bayley Cooke on jan.18, 2011, under Equipe BBB Informa

Date: 17 January 2011

Place: On the road to Goiania

What happened:

4:13pm Monday

We left the hotel about 1:30pm . We had lunch and then the tour manager had to go to the bank with the promoter. Now we are waiting by the van in a car park while the tour manager gets a cool box for the drinks . Goiania is the next town and it’s  10 hours drive away from here. I’m finding it very frustrating waiting around. It doesn’t matter how late we leave it’s still a ten hour drive. Tomorrow is a full day off with no travel. Very unusual for us when we are on tour… But the later we get there, the more time we will end up spending in bed on the day off. It’s been too bumpy to write much yesterday while we were driving and I expect today to be the same. I don’t like days off unless I’m ill. There’s too much time to think and the temptation to drink too much  and that’s not good for my voice or my mental health.
Jay is going to listen to the recording of the Jbs gig from December on the journey to Goiania . We are hoping it’s good enough and interesting enough to put out as a low cost official bootleg. It could even be a two disc set with a DVD . One of our trusted fans,Rich, videoed the whole gig. When we have a chance to watch it I will let you know. If it all works, and i really hope it does, it might be ready for may.
In other news…. I’m in contact with an agent and promoter about Australia and New Zealand. We would love to go there in 2012 to start the world tour for the next full studio album, code name album 3, and film the whole thing for part of a world tour DVD. It’s a lot of ifs and maybes at the moment but I’m a dreamer. With a bit of luck and a lot of hard work and the support of the fans it might just be possible.

5:01pm
We have the cool box and it is now has Ice and drinks In it. I really think we definitely probably gonna set off soon.
Yes, we are moving. Heavy traffic so I can just about type.
One thing I noticed last night when I was meeting the fans after the gig was how good most Brazilian fans are with their cameras. Most fans seem to know how to work their own camera and or phone really well. They are really quick. Still the same as everyone else when it comes to using each other’s though. The unexpected result of that is they often come back two or even three times. So I end up seeing the same people again in a kind of surreal vortex  of photo posing. A nice thing is the fans call my posing ,the hands of flame, instead of the invisible oranges that the uk fans talk about lol.

I think it might have been about 800 people last night at the gig. I was feeling a bit better before the gig. And I felt my performance was a bit better. I had a lot more confidence in the first half of the set. We put nightsky and GOS in the set and they both went well. I’ve got a problem in the fast part of GOS but I’m hoping to sort that out by the next gig. Spoke to Nico at lunch about our idea for como estais amigos . We are going to try to find a hour to go through it tomorrow before dinner and then sound check it at the next gig, if there is a sound check. Not sure how long the set will be but if there is a sound check and it feels good and there is time we might try it in the set. If the rest of the band feel ok with it we might even have a full metal version for Argentina.

5:38pm
Stopped for something. not sure what.

5:44pm
On the road again.
It was a piss stop. No one told the band so we didn’t go for a piss.

8:37pm
Dinner stop. Roadside fish restaurant. Jesus Christ runs this place says the sign above the main door. Well that’s a ruff translation.
Dinner was good. The first sign was the menu. About 6 choices. All revolving around fish from the nearby river or braised steak. Jay and the cloud had the steak and the rest of us had the fish. Chunks of fresh White fish deep fried in a light batter. Real chips made from potatoes that reminded me of the chips our local Indian take away does. Simple tomato salad ,rice and beans. Perfect for me. No sign of the magical third ingredient that posh restaurants always seem to have.
I think Jesus is better at restaurants than Gordon Ramsey.

9:46pm back on the road

12:08 am
The enthusiastic driver went over a speed bump so fast, it bounced me out of the seat and I hit my head on the roof of the van. No sign of the hotel, no sign of a city or town. Brazil is bigger than Wales .
Some good news. Tickets for Campinas are doing well. I heard a rumor that it’s not a hotel tonight it’s an apartment. But I will still have my own room no matter how small.

12:52am
Shit stop. That’s a stop so one of the crew can have a shit, not a stop in place that’s shit. Some ungood news, still 230K to go. My revised arrival time 3am ish

3:17am
Fuel stop. Battery almost dead

6:11am
Arrived somewhere.

BB

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Resenha Show de Macaé

by Raissa Bayley Cooke on jan.17, 2011, under Equipe BBB Informa

Como ainda não recebemos nenhuma resenha de fãs do show de Macaé, segue a resenha que está no site da Prefeitura Municipal de Macaé (http://www.macae.rj.gov.br/noticias.php?page=leitura&idNoticia=22452)

Headbangers da antiga e da nova geração mostraram na noite chuvosa deste sábado (15) que o heavy metal é o estilo musical mais poderoso para unir o público que vai aos shows com apenas um objetivo: curtir o som com respeito, organização e muita, muita agitação. A prefeitura de Macaé inseriu definitivamente o município no circuito do metal ao inaugurar o Fest Verão – festival idealizado pelo atual prefeito, Riverton Mussi, na época em que ele era secretário de Esportes, em 1989 – com uma das vozes mais importantes do rock internacional, em um espetáculo gratuito: Blaze Bayley.

E quem teve a imensa responsabilidade de um dia substituir Bruce Dickinson mostrou que presença de palco, levadas rápidas, domínio de público, voz pesada – ideal para o metal – e letras que abordam morte e vida, escuridão, protesto, evolução do mundo e do ser humano são ingredientes certos para que o heavy metal seja ovacionado. Já a banda de Blaze – David Bermudez no baixo, Nico Bermudez na guitarra, Jay Walsh na guitarra, Claudio Tirincanti na bateria – entrou com o melhor do metal: guitarras distorcidas, velocidade, peso no som e alguns solos dentro das músicas.

Ou seja: a noite perfeita para o rock n’ roll e para aqueles que se lembram bem dos dois CDs nos quais Blaze foi a voz do Iron Man: o The X Factor e o Virtual XI. A chuva caiu insistentemente desde o início do show, às 23 horas, até o fim, pouco antes da 1 da manhã. Já o público começou a chegar às 21 horas e às 21h30min, a orla da Praia dos Cavaleiros começou a ser tomada pelos bangers com suas blusas pretas, coturnos e acessórios em metal. Às 23 horas, o público na arena montada pela prefeitura no final da Praia dos Cavaleiros se aproximava a cinco mil, segundo a organização.

A prefeitura forneceu toda a estrutura para o público, com a Defesa Civil, Guarda Municipal, secretarias de Saúde, Mobilidade Urbana e Comunicação, além dos profissionais da Fesportur (Fundação de Esporte e Turismo), órgão comandado por Alex Moraes, que está organizando o Fest Verão.

Antes da apresentação, Blaze Bayley concedeu entrevista, na qual ressaltou a importância da prefeitura promover shows gratuitos para a população. “É uma oportunidade para o público que gosta do metal se divertir, é muito importante este tipo de iniciativa”, comentou o vocalista, pontuando que os fãs brasileiros são entusiasmados e conhecem as letras. Questionado sobre Macaé, Blaze teceu grandes elogios à cidade. “Macaé é um lugar amável, tivemos ótima hospitalidade, a cidade é muito bonita”, disse.

Vocalista homenageia Ayrton Senna em ‘God of Speed’

O show de Blaze apresentado em Macaé, Promise And Terror Tour, teve até música dedicada a Ayrton Senna: “God of Speed”. Já em “Madness and Sorrow”, Blaze levou o público ao delírio, com os riffs rápidos e o vocal denso. Antes de “Futureal”, Blaze conversou com o público afirmando que cada um dos que estavam no show fazem o futuro e dão suporte ao metal. “Samurai” foi outro destaque do show, quando Blaze mostrou a necessidade da força para a vida. Os bangers da primeira fila cantaram cada frase de “The Man Who Would Not Die”, e alguns ainda arriscaram a chamar, da praia, o vocalista de Messiah, como ele é conhecido no meio. O cantor respondia com o vozeirão, sorrisos e muita disposição para encarar quase duas horas de show.

- Parece inacreditável que estou aqui na praia vendo Blaze Bayley. Isso não está acontecendo – comemorou o analista de sistemas, Felipe Gonçalves, de 23 anos, encantado com a performance da banda. Ao lado de Blaze, quem mais se destacou no palco foi o talentoso baixista, David. Além de chamar atenção das moçoilas do metal, David foi um tipo de braço direito – e tatuado – de Blaze, chamando o público para participar do show e animando os bangers. “Robot” foi uma das últimas músicas da banda, e Blaze se esforçou a todo momento para agradecer com seus “muito obrigado” ao longo do show, em português. No final, ele deixou claro o nome de Macaé como uma cidade que gosta de metal.

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Tour Diary e Facebook Atualizados!

by Raissa Bayley Cooke on jan.17, 2011, under Equipe BBB Informa

Bom dia povo!

O Blaze está atualizando o facebook dele diariamente com pequenos flashs dos shows e novidades da tour.

Em pararelo, o diário da turnê também está sendo atualizado com frequência no site oficial! Confiram a última atualização:

Date: 16 January 2011

Place: On the road between Macaé & Belo Horizonte

What happened:

3:21am In the van. Macaé outside the hotel
The gig went really well. The stage was really good. High but not too big. The monitor system  on stage was great with side fills and big wedges that actually worked. My voice felt ok but was thin in a few places. I don’t know if that was mild dehydration or not enough warm up time. Most of the set i felt confident in what i was singing. We went on Around 11pm. The organizers were trying to rush us on because it was rainy. LOL : the rain started to ease off when we went onstage. At the end I climbed down and high five the 200 or so people in the front row. There wasn’t any merchstand or proper signing so the tour-manager managed to sort out something backstage for a few of the fans.

12:41pm Driving to Belo Horizonte
Just having a quick stop for the driver. The roads are so bumpy I can’t type my blog. We went through some of the mountain area where there mud slides across the road. It looks like the roads had just been cleared. The was just enough room for our van to get through at a couple of places. My heart goes out to the family’s of those who have lost their lives in the floods. It’s not appropriate for me to say anything except I’m sorry for your loss . Another 3 hours in the van on difficult roads but we are going straight to the hotel yey!

3:18pm
In an unsurprising change of plan we have arrived at the venue not the hotel. It’s the hard rock cafe and there is a rumor of lunch but no signs of any food or water yet.

4:21pm
Food and water arrived. Now the soundcheck

6:46pm
I stayed at the merch stand when they opened the doors. Managed to do photos and signing for about 250people. It’s nice when it’s relaxed like that and I don’t have to rush. Someone said other artist don’t bother signing or meeting the fans. Why? Are they up their own arse? I hope so! lol.
BB

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Resenha do Show do Rio – Hard Rock Cafe por Alyne Carloto

by Raissa Bayley Cooke on jan.15, 2011, under Equipe BBB Informa

Resenha Show Blaze Bayley – Rio 2011
Feita por Alyne Carloto (as fotos que a Alyne tirou no show estão disponíveis na seção fotos)
Em seu terceiro ano consecutivo em turnê pelo Brasil, Blaze Bayley foi novamente aguardado pelo Rio de Janeiro com muita expectativa para a primeira apresentação da Parte II da Turnê “Promise and Terror” na América do Sul.

O show realizado nesta quinta-feira, dia 13/01/2011, no Hard Rock Café, foi alvo também da iniciativa de divulgação por parte dos próprios fãs, que aguardaram e acompanharam assiduamente todas as divulgações pertinentes.

A apresentação estava marcada para às 22h e não demorou muito para que os fãs pudessem encontrar Blaze disponível para fotos e autógrafos, logo após a abertura do Hard Rock Café, assim como os demais integrantes da banda – Nico Bermudez (guitarra), Cláudio Tirincanti (bateria), David Bermudez (baixo) e Jay Walsh (guitarra) – que começaram a deixar o camarim aos poucos, ficando à disposição dos fãs com toda a receptividade que possuem.

Por volta das 23h, o palco, já cercado por fãs que aguardavam o show garantindo seus lugares próximos ao Messiah, se tornou o foco das atenções que, anteriormente, pertencia à movimentação de Blaze  entre os fãs, esbanjando todo o seu carisma. Jay Walsh (guitarra) foi um dos primeiros a subir e checar os equipamentos, não demorando muito para que a banda inteira estivesse formada e pronta para começar, diante da admiração e euforia de todos.

Assim que soaram os primeiros riffs de BLACKMAILER foi dado início a uma noite inesquecível para todos os incríveis fãs de Blaze Bayley, que esbanjaram energia suficiente para alimentar as demais 18 músicas que estavam por vir…

SMILE BACK AT DEATH, também do álbum “The Man Who Would Not Die”, deu continuidade ao início da apresentação em que o público demonstrou à banda toda a emoção em poder prestigiar novamente em terras brasileiras a marcante presença de Blaze Bayley.

Em seguida, FACELESS e CITY OF BONES, ambas do “Promise and Terror”, demonstraram não apenas o grande trabalho realizado no último álbum lançado pela banda, mas também o reconhecimento e admiração do público.

O setlist atendeu à expectativa de muitos fãs ao incluir VOICES FROM THE PAST, que contou com coro no refrão e com todo o brilhantismo e qualidade técnica da atual formação da banda
SURROUNDED BY SADNESS, repleta de emoção transmitida pela guitarra de Nico Bermudez, iniciou a segunda parte do CD “Promise and Terror“, composta também por  THE TRACE OF THINGS THAT HAVE NO WORDS, LETTING GO OF THE WORLD, marcada por “Fight, Kill, Fuck, Eat!”, finalizando com COMFORTABLE IN DARKNESS. As quatro faixas foram tocadas em seqüência, conforme divulgação a respeito da turnê na América do Sul publicada pelo site oficial BlazeBayley.net.

Logo após, o álbum Virtual XI foi relembrado pela clássica FUTUREAL, agitando o público que cantava em alto e bom som, assim como o refrão “God speed to you” em THE LAUNCH , do álbum “Silicon Messiah”, e durante a incrível faixa BLOOD AND BELIEF.

Durante todas suas apresentações, Blaze faz questão de demonstrar a prioridade do contato com os fãs, facilmente notado nos intervalos entre as músicas. Assim, quando citou a palavra “freedom” todos anunciavam o que estava por vir, THE CLANSMAN, dispensando qualquer outra apresentação, seguindo com THE BRAVE.

SAMURAI, THE MAN WHO WOULD NOT DIE e ROBOT foram excelentes opções de apresentação do penúltimo álbum da banda tanto para os antigos fãs, quanto para aqueles que assistiam ao show pela primeira vez.
MADNESS AND SORROW preparou o público para o último item do setlist, anunciado por Blaze como (fucking) MAN ON THE (motherfucking) EDGE, quando o que restava de energia de cada um foi fortemente investido para cantar incessantemente “ falling down, falling dow, falling doooooowwwwwwnnnn”! Afinal, “Is this Rio de Janeiro?”

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Tour Diary do Site Oficial

by Raissa Bayley Cooke on jan.14, 2011, under Equipe BBB Informa

E aí galeraaaaaa…muita animação pro show da cidade de vocês?

Conforme a hora do show vai se aproximando e os vídeos vão rolando na net…vai dando aquela ansiedade!!!

Mas vamos voltar ao assundo do post – foco Raissa, foco! rs – o Tour Diary da banda que era normalmente atualizado pelo Larry, agora está sendo atualizado pelo próprio Messiah através de seu blackberry e já está dispoível no site oficial.

Confiram em: www.blazebayley.net

See you on the road!

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BLAZE BAYLEY: Rio De Janeiro 13/01/2011

by Tiago Marques on jan.14, 2011, under Equipe BBB Informa

Blaze Bayley 13 01 2011 – Hard Rock Café – RJ Por Victor Mattos

Assim como em 2009 e 2010, Blaze Bayley voltou novamente ao Brasil para dar início à 2ª parte da tour do álbum Promisse & Terror na América do Sul.

Por volta das 21:30hrs o que se via no local eram fãs chegando e alguns na fila para comprar ingresso. Ao entrar no Hard Rock Café, palco pronto só esperando a banda tocar. Eis que surge o Blaze no standing de merchandising já para autografar, tirar fotos e conversar com os fãs.

Não é de hoje que Blaze demonstra toda sua humildade perante aos fãs. Alguns instantes depois começaram a surgir também alguns membros da banda para os toques finais nos instrumentos e autógrafos e fotos com os fãs. Pouco depois das 23hrs surgem no palco Claudio Tirincanti (Bateria), Nico Bermudez e Jay Walsh (Guitarra), Dave Bermudez (Baixo) e o Messiah!

Dando início ao show, um dos mais novos clássicos de sua carreira solo: Blackmailer! Logo de início já se teria uma noção de como sería o restante do show.Em seguida Smile Back At Death do álbum The Man Who Would Not Die fez com que os fãs continuassem no mesmo entusiasmo.

Faceless e City Of Bones do álbum Promisse & Terror não deixou ninguém parado. Após a dobradinha, Voices From The Past caiu como uma luva no show e levou os bangers à loucura! Certamente uma das mais belas músicas escrita pelo vocalista.Em seguida, a novidade da tour, a belíssima quadrilogia formada por Surrounded By Sadness/ The Trace Of The Things That Have No Words/ Letting Go Off The World/Confortable In Darkness deixou os fãs extasiados!

Bela execução da banda! Após a calmaría, veio Futureal que dispensa apresentação. Nítido o sorriso de Blaze ao ver o público enlouquecido! The Launch e Blood & Belief não deixaram o show esfriar em momento algum.

Após a dobradinha, Blaze foi em direção à platéia e exclamou a palavra “Freedom!” Não precisava apresentações, em seguida viria um dos seus maiores clássicos do Iron Maiden! Mas antes da música, Blaze falou aos fãs que Freedom era uma palavra que representa a banda. Sem gravadora, sem empresários, feito de forma independente, diretamente para os fãs. Com esse discurso, começou a belíssima The Clansman que fez o Hard Rock Café cantar em uníssono!

Após a brilhante execução de The Clansman, The Brave veio para animar os fãs mais antigos e Samurai fez novamente o público cantar energicamente com o vocalista.A música auto intitulada do álbum The Man Who Would Not Die, mostra o poder da banda ao vivo. Simplismente destruidora, principalmente quando ao término dela é emendado logo Robot! Aí sim os fãs foram à loucura! São 2 músicas que em pouquíssimo tempo se transformaram em clássicos na carreira solo de Blaze.

Para o final, foi reservada Madness And Sorrow, música poderosa que curiosamente abria a primeira parte da tour e a maior música já executada pelo Messiah: Man On The Edge! Com direito à alguns fãs mais exaltados subirem no palco e Blaze sorrir sem parar! Uma noite com saldo positivíssimo para os fãs. Um show de Heavy Metal extenso, pesado e com uma banda além de introsada, totalmente atenciosa com os fãs. Certamente Blaze cativa mais ainda os fãs que tem e ganha novos. Uma noite pra não ser esquecida pelos presentes!

SETLIST RIO DE JANEIRO

Blackmailer
Smile Back At Death
Faceless
City Of Bones
Voices From The Past
Surrounded By Sadness
The Trace Of Things That Have No Words
Letting Go Of The World
Comfortable In The Darkness
Futureal
The Launch
Blood and Belief
The Clansman
The Brave
Samurai
The Man Who Would Not Die
Robot
Madness and Sorrow
Man on the Edge

Nota da Raissa: fiz apenas algumas correçõezinhas na resenha, pois o colega acho que estava bem empolgado e trocou quem era o baixista/guitarrista e outros errinhos…rs

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